Professor de Química do TPN inova o seu método de ensino
- 30 de mai. de 2015
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Diariamente os professores precisam disputar, com as tecnologias, a atenção dos seus alunos. E essa nova estratégia de ensino: “Facebook na sala de aula” busca aproximar esses dois universos. – salientou o Prof. Henrique César.
As escolas brasileiras vêm enfrentando um problema que de epidêmico tornou-se endêmico: as várias tecnologias que os alunos levam e utilizam na escola. Não é novidade que, durante as aulas, os estudantes atualizem seus perfis, curtem fotos de amigos, comentem publicações, assistem a vídeos, escutem músicas, e tudo isso enquanto o professor explica o assunto. Com base nessa situação, o Prof. Henrique César chegou à conclusão que proibir não é a solução, liberar tampouco. No entanto, era preciso encontrar um ponto de equilíbrio para resolver essa questão. O ideal, segundo ele, seria vincular o uso da tecnologia á educação, e uma estratégia interessante seria o uso do Facebook, de modo com que algumas ferramentas, tais como: textos, artigos científicos, matéria de outros sites e filmes, ferramentas essas que despertassem o interesse do aluno, fossem aliadas ao Facebook, o que proporcionaria, assim, um retorno de aprendizagem positivo.
Mediante esses fatos, o Prof. de Química criou o Quibook: “o Facebook na sala de aula de Química”. Tendo como membros participativos alunos do 3° A e B da referida escola. O Quibook tem por objetivo o uso de tecnologias de informação e comunicação (TICs) aliadas ao ensino empreendedor de química, para que cada participante se torne ativo dentro de um processo de visualização; encoraja a criatividade, catalisando a experimentação; provê igual oportunidade de comunicação para estudantes de culturas diferentes, a partir de representações; ensinar habilidades computacionais e de domínio de periféricos; Pretende-se facilitar o acesso dos alunos a textos e vídeos que contribuam para a formação crítico - reflexiva, a ampliação do seu repertório cultural, o desenvolvimento da sua competência leitora e o diálogo entre o currículo escolar e as questões químicas ambientais. – frisou Henrique César.
O mundo atual exige mais do que interpretação de informações, é preciso saber usar as diferentes informações que recebemos a todo o momento. Sendo assim, as leituras selecionadas e os recursos utilizados deverão permitir a contextualização e a interdisciplinaridade, levando o aluno a estabelecer ligações com outros domínios de conhecimentos sob o ponto de vista social, cultural, econômico e ambiental. Os educandos, em contraponto, estão apoiando essa nova iniciativa pedagógica.
As possibilidades do uso das TICs na sala de aula são variadas e podem ajudar muito na aprendizagem dos alunos. Os desafios são grandes, mas não são intransponíveis. O importante é ousar e não desistir. O primeiro passo é muito importante e aprender com os erros também. Aquilo que não deu muito certo na primeira tentativa sairá melhor na próxima, até que o sucesso seja total. - finalizou o Prof. Henrique.
Endereço da página: https://www.facebook.com/pages/Quibook/912480265469364?fref=ts

Quibook “O Facebook na sala de aula de química”

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